21.12.11

la vie en rose

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Em tempos de mudança interna, arranjamos capas diversas para nos cobrirmos do  mais puro desconsolo, ou para fugirmos às perguntas que vêm com a mesma, de todas as partes. Por isso, desculpa-me as paredes negras deste meu renovado canto e desculpa-me as palavras geladas e desprovidas de cor que aqui ficam enterradas em singelos capítulos. Que aqui são lidas e esquecidas. E desculpa-me a evidência do meu lado mais negro e feroz. Mas, com o negro, que representa para mim uma nova Alma, vem também o, de sempre, rosa. E eu agora sou o preto e o rosa. Eu agora sou a noite e a magia. Eu agora sou o rude e o doce. Eu agora sou a dor e a paixão, amor. 


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