2.2.12

sorrimos

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Enganas o meu terrível medo com as tuas palavras de amor que me fazem sorrir - e oh amor, engana-lo tão bem. Enganas o sufoco do meu coração em te perder dele quando te deitas com jeitinho e te moves de acordo com o seu bater. Enganas todos os males que em mim prevalecem e enganas os meus próprios sorrisos, que tantas vezes acredito serem genuínos. E esses sorrisos existem muito. Muito. E foram muitos durante as pequenas conversas e confissões de almofada. E foram muitos durante os instantes em que os nossos corpos nus se tocaram, se acariciaram e se amaram. E foram muitos durante os sussurros aos ouvidos um do outro. E foram muitos durante os beijos intermináveis. Porque contigo os meus sorrisos crescem e nunca se gastam. Não se desvanecem nem quando as nossas velas de paixão se apagam. Porque connosco as ternuras nunca são demais, e o amor... o amor ama-nos e não nos larga das mãos, mãos essas que se afagam e se apertam em alturas de crise. O amor acompanhou-nos no passado e acompanha-nos ainda, num hoje, num amanhã, amanhã esse que irá ser eterno. Nós somos o amor e não os planos, mas assim, juntos caminhamos. Amamo-nos. Beijamo-nos. E sorrimos. Muito.


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