14.11.11

bonne nuit, mon amour

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Hoje acordei feliz. Já não tive pesadelos connosco, acordei com o teu cheiro que ainda está cravado nos meus lençóis. Oh, e eu quis tanto que voltasses a estar aqui. E por isso recompus-me das lágrimas derramadas na noite anterior, larguei o Mundo e fui ao teu encontro.
Porque eu gosto de saber que os meus dedos já te conhecem, ainda que num cantinho irremediavelmente escuro, e gosto de te procurar por dentro dele. Porque eu gosto de te abraçar no silêncio de uma noite fria e assustadora, e gosto do nosso presente. Porque eu gosto de saber que te faço feliz, e gosto de saber que alguma parte de mim vive em ti. Numa noite como esta, em que os trovões predominam e a escuridão também. Mas a noite está bonita, apesar das luzes que iluminam, repentinamente, o céu, sem esperarmos. E eu queria partilhar esta noite contigo, assim como partilhámos a de ontem. Fazes-me tão bem, mesmo que nada faças. A tua presença tem-me feito feliz ao longo destes 13 meses, e espero que continuemos assim, a amar-nos e a contemplarmos os dias mais cheios de alegria e a suportarmos os dias repletos de tristezas na companhia um do outro, em todos os amanhãs que o Mundo nos conceder. Porque eu estou demasiado apaixonada para te deixar ir sem jeito nenhum para longe de mim, do meu corpo, da minha alma, do meu respirar. 
Boa noite, meu amor. Protege-me, com as tuas barreiras imaginárias, para que o meu subconsciente me traga apenas sonhos lindos e serenos (tu entendes). Amo-te por fazeres com que mude a minha maneira de estar na vida, amo-te por me trazeres paz nos momentos difíceis, amo-te por me trazeres esperança quando só consigo sentir um enorme vazio. E obrigada.


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