4.2.12

weakness

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És a minha maior fraqueza, sabias disso? Chamo-te de anjinho branco sempre que te escrevo e guardo-te um lugar quentinho no meu coração, porque me transmitias paz e ao mesmo tempo me fazias sentir frágil. Mas esta noite permite-me que esteja vulnerável e não me julgues pelos olhos negros, esponjosos e borrados, não? Dói não te ter. Não sei sequer como controlar as saudades de te ter comigo. Não sei como saciar este desejo. Não sei como se faz para deixar de doer. A tua presença diária atormenta-me e parece que ainda sinto os teus braços à volta das minhas costas. E quando ando pelas ruas de amargura, em noites frias, sinto os meus ossos congelarem e sinto saudades do teu calor. Dos teus beijinhos nas faces. Da cumplicidade. Das diferenças, das semelhanças. Tenho saudades de tudo aquilo que acreditei ser verdadeiro... e algum dia passámos de um sonho?

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