5.9.12

tu - o tudo, eu - o nada

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Milhões de sítios onde podia estar. Um Mundo inteiro por descobrir. E eu aqui. À tua espera, incansavelmente, pela noite dentro. Sabendo que talvez nem venhas, mas escolhendo o amor ao invés das probabilidades. 
E enquanto as lágrimas correm infinitamente, enquanto os sorrisos se escondem de mim à força, enquanto o meu coração se enche de desespero, algo cá dentro me murmura que só te amo ainda mais. Que a dor alimenta a esperança. Que te tornas mais em mim. Que cresces. Que ganhas voz. E garra. Que combates comigo e que lutas contra o meu doce coração. Mas oh vida, o teu é tão pequenino. Pequenino pequenino. E perde. E morre. E custa-me escrever-to, dói aceitar que no meu não resta espaço para mais nada (porque tu és o meu tudo, predominando) e que o teu coração está tão cheio de tudo (e ao que parece eu sou o teu nada). E oh vida, a vida é tão triste.

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